Na próxima atividade do Grupo de Filosofia Temática, teremos ainda a apresentação "A Modularidade da Mente: uma perspectiva sistêmica" de Bruno Coelho, adiada na última reunião para a adequação de horário e para um melhor aproveitamento de sua exposição, já que o Bloco Db não dispõe de equipamentos áudio-visuais. O resumo encontra-se na postagem anterior.
Local: Laboratório de Filosofia (Altos IFCH)
Data: 11/04 (sexta-feira) às 10hs da manhã
terça-feira, 8 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Próxima reunião do GFT (04/04)
Teremos reunião do GFT nesta sexta (04/04) no Bloco Db, às 17hs, sintam-se todos convidados. Discutiremos ainda o texto do Sérgio, e teremos ainda a exposição "A Modularidade da Mente: uma perspectiva sistêmica" de Bruno Coelho, o resumo pode ser lido abaixo:
A Modularidade da Mente: uma perspectiva sistêmica
Resumo: O debate acerca da modularidade da mente encontra-se num impasse. Jerry Fodor e psicólogos evolutivos como Steven Pinker e John Tooby afirmam que a arquitetura cognitiva é composta por módulos informacionalmente encapsulados, de domínio específico. Enquanto autores como David Buller sustentam que há desafios metodológicos a serem superados, ou seja, as evidências não são conclusivas. Considerando os dois lados, pretendo expor duas versões da teoria modular da mente, uma forte, inaugurada por Fodor na obra The Modularity of Mind, onde o sistema central e periférico são modulares, guiados por inputs, e uma fraca, onde apenas o sistema periférico apresenta esta estrutura modular, mantendo o sistema central passível de modificações. Em seguida, exponho objeções feitas as duas versões. Uma das objeções é feita contra os argumentos adaptacionistas. Pinker afirma que diversas habilidades adquiridas, como reconhecimento facial de aliados e capacidades linguísticas, são adaptações resultantes de problemas enfrentados por nossos ancestrais. Devido boa parte das evidências estarem perdidas, questiona-se a força destes argumentos. Outra objeção é direcionada a teoria representacional. Na obra The Language of Thought, Fodor defende uma teoria representacional do conteúdo mental, onde diversos conceitos são inatos, os quais através de manipulação sintática resultam em uma 'linguagem de pensamento'. Contudo, há indícios para pensar que a cognição possui aspectos anti-representacionais importantes, onde nossa relação com o ambiente é igualmente relevante para percepção e formação de conceitos, isto é, o ambiente próximo e as experiências formadas acerca de noções apreendidas são contextuais. Por fim, defendo uma perspectiva sistêmica acerca da arquitetura cognitiva, que admite os módulos se interligando através de redes de informação. Esta modelagem resultante de estudos em sistemas complexos, oferece diversas vantagens explicativas: estar coerente com dados empíricos mais recentes, não estar baseada somente em argumentos históricos e ainda explicar funcionalidades específicas da cognição humana.
sexta-feira, 14 de março de 2014
RETORNO ÀS ATIVIDADES
Depois de uma pausa nas reuniões do GFT, convocamos todos para o reinício das atividades deste semestre. Para este encontro inicial iremos debater o texto do Prof. Sérgio intitulado "PARÂMETROS DE ORDEM" postado no grupo do Facebook recentemente. Neste encontro, pretendemos também estabelecer um cronograma de atividades. No mais, sintam-se todos a vontade para sugestões e comentários.
Data: 21/03/2014 (Sexta), às 17hs
Local: Bloco Db (UFPA)
Data: 21/03/2014 (Sexta), às 17hs
Local: Bloco Db (UFPA)
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Última atividade de 2013 (20/12)
Tema: Implicações de uma abordagem ecológica do desenvolvimento
Palestrante: Dr. Fernando Augusto Ramos Pontes
Local: Laboratório de Filosofia (Altos IFCH)
Data: 20/12/2012 às 17hs
RESUMO
Implicações de uma abordagem ecológica do
desenvolvimento
Fernando Augusto Ramos Pontes
Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento,
Universidade Federal do Pará (NTPC-UFPa); farp1304@gmail.com –
Bolsista produtividade cientifica CNPq
Ecologia do desenvolvimento, perspectiva
sistêmica, relação
Pretende-se discutir nessa
apresentação um esboço inicial das implicações envolvidas na apropriação de uma
abordagem ecológica sobre o desenvolvimento humano. É evidente que a exaustão
da temática proposta encontra-se além dos limites de texto e de tempo envolvida
para esta apresentação, o que implica necessariamente em na utilização de
somente alguns recortes, desenvolvimentos posteriores são pretendidos de serem
desenvolvidos em outras oportunidades. Procurar-se-á discutir os
comprometimentos envolvidos no nível da transdisciplinariedade, do privilégio do estudo relacional, da
necessidade de contextualização e de infinitas conexões e de posturas éticas e
politicas implicadas.
Se considerarmos que, de
uma forma inicial, o conceito de desenvolvimento se
refere a mudanças de padrão comportamental decorrido ao
longo da ontogênese, essa definição, mesmo que com suas deficiências
implícitas, é capaz de aglutinar diversas dimensões de desenvolvimento, tais
como a cognitiva, emocional e social, compatíveis por sua vez, com os diversos
sistemas teóricos, e seus diferentes enfoques e predileções de
estudo. Desse modo, dos dois termos a serem associados, o
de ecologia é o que definirá as principais implicações aqui
a serem consideradas, e é nesse sentido que pretendo estender minha exposição.
A palavra Ecologia é proveniente
do grego oikos (lar), refere-se ao o estudo do lar Terra.
Mais precisamente, poderíamos dizer. em conjunto com Capra (1996), que
é o estudo das relações que interligam todos os membros do lar
Terra. Este termo foi introduzido em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel, que o definiu como a ciência das relações
entre o organismo e o mundo externo circunvizinho.
Por isso, o primeiro parâmetro e
consequentemente implicação a ser estabelecida é que o termo Ecologia não se
restringe ao escopo de somente uma disciplina. De fato, o
conceito de ecologia é transdisciplinar e aqui defendemos que assume um caráter
paradigmático, no sentido que reflete, como estabelecido por Morin (2001), um
“Conjunto das relações fundamentais de associação e/ou de oposição entre um
número restrito de noções-chave, relações essas que vão comandar-controlar
todos os pensamentos, todos os discursos, todas as teorias” (pag. 258), ou
seja, funcionam como filtros que orientam o foco de nossa atenção e estruturam
nossa visão de mundo. Esse parâmetro-implicação estabelece que a perspectiva
transdisciplinar é inerente a
essa pesrpectiva. Mais detalhes decorrentes dessa implicação
serão discutidos mais abaixo em termos das conexões estabelecidas.
Essa visão paradigmática que se
concretiza em uma perspectiva da ecologia enquanto disciplina, é a que as
coisas não possuem propriedades intrínsecas, todas as propriedades fluem de
suas relações. Isso é, entender as propriedades das partes a partir da
dinâmica do todo, pois essas relações são relações dinâmicas, a única maneira
de entender a parte é entender a sua relação com o todo. Desse modo, uma
segunda implicação é o foco nas relações, foco esse que deve ser entendido
tanto no seu sentido amplo, ou seja, relação entre fenômenos a serem estudados, tanto
quanto no seu sentido estrito, enquanto relacionamento interpessoal. Em
um caso com em outro a unidade de análise está
dirigida para o que ocorre entre. Desse modo, para fins de estudo do
desenvolvimento, o relacionamento interpessoal se
torna um objeto privilegiado.
Outra decorrência
do privilégio do relacionamento interpessoal no estudo do desenvolvimento está
em assumir que unidade
mínima de análise é a díade. Essa determinação não implica em negligenciar a
existências das características do sujeito como
um fenômeno a ser descartado, mas que tais características devem ser elas
próprias contextualizadas, ou seja, tais características só podem ser
concebidas enquanto resultantes de relações de propriedades do sujeito (pro
ex., neurofisiológicas ou em termos conceituais, cognitivas e afetivas)
reveladas dentro de contextos relacionais, tal como o diádico, institucional ou cultural.
O foco nas relações implica também em
estabelecer conexões, ou em outras palavras contextualizar. As conexões podem
ser estabelecidas entre sistemas menores, como neurofisiológico, com maiores, por
exemplo, o de uma relação mãe–criança, uma relação maior
em que esta relação mãe-criança se situa (sistema familiar) e uma rede de
relações em que esta família compartilha (rede de apoio ou
vizinhança) ou uma cultura. É evidente que essas conexões perpassam por
conceitos de diferentes disciplinas, da química à fisiologia, da fisiologia à neuro, da neuro á psicologia, da psicologia à sociologia, e
assim por diante. Desse modo, a perspectiva ecológica implica em perpassar por
um conjunto de barreiras de disciplinas artificialmente delimitadas, sobrepujar
territórios disciplinares, pois os fenômenos do desenvolvimento em uma
perspectiva ecológica não são propriedades de uma disciplina particular. Nesse
sentido, seria mais adequado falar em ciência do
desenvolvimento humano como um espectro de um
conjunto de disciplinas relacionadas.
Por final a última implicação
que pretendo abordar refere-se a mais complexa e difícil de um cientista optar,
pois no seu treino fracionado do conhecimento foi acostumado com as clássicas
separações entre conhecimento teórico e prático, entre a oposição da ciência
básica com a aplicada. No limite, assumir uma perspectiva ecológica sobre o
desenvolvimento pressupõe suplantar os limites estanques entre a academia e a
vida cotidiana. Se pensarmos no conjunto de redes de conexões envolvidas
em qualquer objeto de estudo, no último estremo o cientista é forçado assumir
uma postura ética e politica. De modo que, não
basta assumir uma postura ecológica no micromundo da academia sem refletir
sobre as conexões que estão implicadas no seu conhecimento
produzido. No limite em um elo que defini responsabilidades
sobre o seu fazer científico. É
neste sentido que o elo da cadeia criada se volta recursivamente sobre o seu
objeto de estudo e fecha-se um ciclo que realimenta a opção por um objeto e
problema de investigação. Neste caminho, não há mais espaço para a produção de
um saber asséptico, para uma ciência neutra e o cientista vê a sua ação
científica contextualizada por opções que irremediavelmente tem de tomar.
Referências Bibliográficas
CAPRA, F. (1996) A Teia da vida: Uma compreensão
científica dos sistemas vivos. São Paulo : Cultrix.
MORIN, E. (2001). Ciência como consciência. Tradução de:
Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil.
domingo, 17 de novembro de 2013
Próxima atividade do GFT (22/11) (ADIADO p/ 06/12)
Na próxima sexta (dia 22/11) retornaremos às atividades do Grupo de Filosofia Temática com a apresentação do Prof. Eduardo Ramos (UFPa) sobre a Teoria dos Sistemas de Ludwig Von Bertalanffy, a participação é aberta a todos os interessados.
Expositor: Profº Eduardo Ramos (UFPa)
Local: Bloco Db às 16:30hs
Expositor: Profº Eduardo Ramos (UFPa)
Local: Bloco Db às 16:30hs
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Participação do GFT no III Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia da UFPA
Apresentação de comunicação no III Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia da UFPA
"A história em Vico e suas contribuições para a contemporaneidade" de Wirlley Quaresma.
Dia 27/11 (quarta-feira): Mesa de Filosofia Moderna I
De 8h00 às 10h00 - (Sessão de Comunicações I)
Local: Bloco D
"A noção de Linguagem no Tractatus" de Igor Gonçalves de Jesus
Dia 28/11 (Quinta-feira): Mesa de Filosofia da Linguagem
De 14h00 às 16h15 - (Sessão de Comunicações II)
Local: Laboratório Filosofia
"Sobre os conceitos de completude, unicidade e correção na Doutrina da Ciência de Fichte (1794)" de Elias Oeiras
Dia 29/11 (sexta-feira): Mesa de Filosofia Moderna II
De 8h00 às 10h00 - (Sessão de Comunicações III)
Local: Laboratório de Filosofia
Programação completa no link:
http://iiiencontrofilosofiaufpa.blogspot.com.br/p/blog-page_13.html
"A história em Vico e suas contribuições para a contemporaneidade" de Wirlley Quaresma.
Dia 27/11 (quarta-feira): Mesa de Filosofia Moderna I
De 8h00 às 10h00 - (Sessão de Comunicações I)
Local: Bloco D
"A noção de Linguagem no Tractatus" de Igor Gonçalves de Jesus
Dia 28/11 (Quinta-feira): Mesa de Filosofia da Linguagem
De 14h00 às 16h15 - (Sessão de Comunicações II)
Local: Laboratório Filosofia
"Sobre os conceitos de completude, unicidade e correção na Doutrina da Ciência de Fichte (1794)" de Elias Oeiras
Dia 29/11 (sexta-feira): Mesa de Filosofia Moderna II
De 8h00 às 10h00 - (Sessão de Comunicações III)
Local: Laboratório de Filosofia
Programação completa no link:
http://iiiencontrofilosofiaufpa.blogspot.com.br/p/blog-page_13.html
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Participação no I Congresso Regional de Filosofia e Ciências da Religião
Apresentação da comunicação da "A crítica de Vico ao racionalismo cartesiano e ao desprestígio das ciências humanas" de Wirlley Quaresma no I Congresso Regional de Filosofia e Ciências da Religião promovido pela Universidade Estadual do Pará.
Local: Sala 08, Bloco II, CCSE-UEPA.
Data: 13/11 às 14:30hs
Programação completa no link:
http://paginas.uepa.br/confilcre/index.php/programacao
Local: Sala 08, Bloco II, CCSE-UEPA.
Data: 13/11 às 14:30hs
Programação completa no link:
http://paginas.uepa.br/confilcre/index.php/programacao
domingo, 27 de outubro de 2013
Cronograma de Novembro
01/11 - Texto: "O que é filosofia ecológica?" de David Large
Expositor: A definir
Local: Bloco Db às 17hs
08/11 - NÃO HAVERÁ REUNIÃO
15/11 - FERIADO
22/11 - Palestra sobre a Teoria dos Sistemas de Ludwig Von Bertalanffy
Expositor: Profº Eduardo Ramos (UFPa)
Local: Bloco Db às 16:30hs
29/11 -
Expositor: A definir
Local: Bloco Db às 17hs
08/11 - NÃO HAVERÁ REUNIÃO
15/11 - FERIADO
22/11 - Palestra sobre a Teoria dos Sistemas de Ludwig Von Bertalanffy
Expositor: Profº Eduardo Ramos (UFPa)
Local: Bloco Db às 16:30hs
29/11 -
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Próxima atividade do GFT (18/10)
Seminário sobre o livro "Ciência com consciência" de Edgar Morin
Expositores: Hailton Felipe e Wirlley Quaresma Debatedor: Prof. Sérgio Nunes
Data: sexta-feira, 18 de outubro
Local: Bloco Db às 16:30hs
Expositores: Hailton Felipe e Wirlley Quaresma Debatedor: Prof. Sérgio Nunes
Data: sexta-feira, 18 de outubro
Local: Bloco Db às 16:30hs
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Palestra do Prof. Sérgio Nunes (04/10)
Na palestra da última sexta (04/10), fizemos um contorno acerca da supressão da subjetividade na Filosofia Ecológica e o nivelamento da mente natural à composição orgânica de todo ser vivo. Mapeamos a estrutura da complexidade e seu funcionamento através da Reciprocidade que se dá pela interatividade com o meio promovendo a ordem, a desordem como vetores que se retroalimentam num movimento espiralar por meio das affordances, da percepção-ação e dos nichos, numa conjugação peculiar da estrutura ecológica presente no cosmos. Não mais o cérebro humano enquanto elemento antropocêntrico prevalece, mas o organismo no seu todo é destacado.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Resumo da Reunião 27/09
A reunião da última sexta feira (27/09) contou com a participação do Professor Luiz Eduardo (UFPa), a aluna de graduação de filosofia Leila Maia (UFPa), a aluna de graduação em filosofia Camila Neves (UEPa) e o graduado Philipe Alves (UFPA). A temática abordada pelos os expositores Elias de Oeiras e Hailton Felipe diz respeito ao texto "Evolucionismo e ciência cognitiva" de Alessandra Falzone, em que foram discutido os seus principais conceitos sobre o caráter interdisciplinar, a historicidade , a epistemologia da ciência cognitiva, entre outros, levando em consideração as várias etapas de sua constituição.
Por: Elias Oeiras
sábado, 21 de setembro de 2013
Resumo da Reunião (20/09)
Na última reunião (20/09) do Grupo de Filosofia Temática, tivemos a exposição do texto "A linguagem incipiente ou a formação da mente primigênia" do Prof. Sérgio Nunes pelo graduado em filosofia Philipe Alves, trazendo à reflexão, de maneira perspicaz, temas pertinentes a filosofia temática, tais como: adaptabilidade, maturação cognitiva, robótica, dentre outros. Na próxima reunião (27/09), seguindo o cronograma, contaremos com a exposição do texto "Evolucionismo e ciência cognitiva" de Alessandra Falzone pelos graduandos em filosofia Hailton Felipe e Elias de Oeiras.
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Cronograma de atividades Setembro/Outubro
Na reunião de hoje (13/09) decidimos os textos a serem estudados nos próximos encontros do Grupo de Filosofia Temática, e os seus respectivos expositores, como disposto abaixo:
20/09 - Texto "A linguagem incipiente ou a formação da mente primigênia" do Profº Sérgio Nunes.
Expositor: Philipe Alves
Local: Bloco Db às 16:30hs
27/09 - Texto: "Evolucionismo e ciência cognitiva" de Alessandra Falzone
Expositores: Hailton Felipe e Elias de Oeiras
Local: Bloco Db às 16:30hs
04/10 - Conferência "A formação da mente natural em Vico, sob a perspectiva da Filosofia Ecológica" com o Profº Sérgio Nunes (UFPa)
Local: Laboratório de Filosofia (altos IFCH) às 16:00hs
11/10 - NÃO HAVERÁ REUNIÃO
18/10 - Seminário sobre o livro "Ciência com consciência" de Edgar Morin
Expositores: Prof. Sérgio Nunes e Wirlley Quaresma
Local: Bloco Db às 16:30hs
OBS: Para acessar os textos basta clicar em cima dos nomes.
20/09 - Texto "A linguagem incipiente ou a formação da mente primigênia" do Profº Sérgio Nunes.
Expositor: Philipe Alves
Local: Bloco Db às 16:30hs
27/09 - Texto: "Evolucionismo e ciência cognitiva" de Alessandra Falzone
Expositores: Hailton Felipe e Elias de Oeiras
Local: Bloco Db às 16:30hs
04/10 - Conferência "A formação da mente natural em Vico, sob a perspectiva da Filosofia Ecológica" com o Profº Sérgio Nunes (UFPa)
Local: Laboratório de Filosofia (altos IFCH) às 16:00hs
11/10 - NÃO HAVERÁ REUNIÃO
18/10 - Seminário sobre o livro "Ciência com consciência" de Edgar Morin
Expositores: Prof. Sérgio Nunes e Wirlley Quaresma
Local: Bloco Db às 16:30hs
OBS: Para acessar os textos basta clicar em cima dos nomes.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Entrevista com o filósofo Max More
Ainda sobre o movimento transhumanista, compartilho com vocês uma entrevista com um dos seus principais defensores, o filósofo Max More. Ele responde à várias questões e dúvidas fundamentais acerca do tema:
Seminário "Transhumanismo"
O Seminário "Transhumanismo" teve como expositores os graduandos de filosofia Carlos Gouvêa e Elias de Oeiras, tendo como facilitador o prof. Sergio Nunes. O evento ocorreu no Laboratório de Filosofia no dia 26/07/2013, com base no texto de Nick Bostron intitulado "O que é transhumanismo?" (disponível para download na página no grupo do facebook).
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