sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cronograma de Atividades (2º Semestre/2014)

11/08- Tema: Reunião para elaboração do projeto de extensão do Sítio Ecológico e para a organização do I Encontro de Filosofia Temática

05/09- Tema: Vico e a Tecnologia (Prof. Sérgio e Hailton) às 18hs

19/09- Tema: À Definir (Prof. Luiz Eduardo) às 18hs

03/10- Tema: A Mentalidade Técnico-científica a partir de Heidegger e Foucault (Hailton) às 18hs

17/10- Tema: Hábitos/disposições do pensamento crítico (Prof. Rodrigo Freitas Costa Canal) às 18hs

31/30- Tema: O Projeto Transhumanista (Thiago Kunz) às 18hs

14/11- Tema: À Definir.

05/12- Tema: Auto-organização em Edgar Morin (Elias Oeiras) às 18hs

19/12- Tema: À Definir (Prof. Fernando Pontes)

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Reunião no Dia 07/07

 

Informo aos membros do GFT, que dia 07/07 (segunda-feira) as 9h da manhã, haverá reunião no Pv. D, para tratarmos dos seguintes assuntos:
1. Oficialização do grupo no CNPQ
2.Encaminhamento do I Encontro Nacional de Filosofia Temática
3. Disponibilização de uma Sala para o grupo
4.Equipamento da Sala
5. Cronograma de atividades
6.Vinculação de TCC
7. Participação dos alunos do GFT em Projetos dos Professores, para publicação.
8. Convênio com o GAEC de Marília
9. Intercâmbio com a UNESP de Marília
10. Bolsa para discentes

Espero a participação de todos aqueles que estão interessados em Filosofia Temática.

Prof. Sergio Nunes

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Atividade do dia 16/05

APROXIMAÇÕES ENTRE O PENSAMENTO DE VICO E A FILOSOFIA ECOLÓGICA

Neste encontro, pretendemos apresentar o pensamento do filósofo italiano Giambattista Vico (1668-1744), e sua crítica à ciência moderna, concernente ao seu intento de fundamentar uma ciência da história, com o intuito de estabelecer aproximações entre seu pensamento e a filosofia contemporânea, mais particularmente com a Filosofia Ecológica e sua visão sistêmica de mundo, já que esta filosofia se caracteriza também por rejeitar a visão dualista e mecanicista de mundo. Vico ainda no século XVIII de maneira inovadora lança luz à contemporaneidade uma visão completamente nova em relação ao homem e ao conhecimento, em contraposição ao sistema racionalista cartesiano.

Expositor: Wirlley Quaresma
Data: 16/05
Local: Bloco Db às 10hs

Textos indicados:

Texto "Visões de mundo: uma reflexão a partir da perspectiva da filosofia ecológica" In: Revista: A (in)sustentabilidade do Desenvolvimento

O que é filosofia ecológica? - David Large

A linguagem incipiente ou a formação da mente primigênia - Sérgio Nunes

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Próxima Reunião (Dia 02/05)

Na próxima reunião do Grupo de Filosofia Temática teremos a apresentação do tema "Uma nova concepção dos qualia" pelo graduado em Filosofia Héden Salomão. O encontro ocorrerá na próxima sexta (02/05), no Bloco Db (Bloco do curso de Filosofia), às 10hs. Sintam-se todos convidamos, abraços

Expositor: Héden Salomão
Local: Bloco Db (UFPA)
Data: 02/05
Horário: 10hs

terça-feira, 8 de abril de 2014

Próxima Atividade do GFT (11/04) no Laboratório

Na próxima atividade do Grupo de Filosofia Temática, teremos ainda a apresentação "A Modularidade da Mente: uma perspectiva sistêmica" de Bruno Coelho, adiada na última reunião para a adequação de horário e para um melhor aproveitamento de sua exposição, já que o Bloco Db não dispõe de equipamentos áudio-visuais. O resumo encontra-se na postagem anterior.

Local: Laboratório de Filosofia (Altos IFCH)
Data: 11/04 (sexta-feira) às 10hs da manhã

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Próxima reunião do GFT (04/04)

Teremos reunião do GFT nesta sexta (04/04) no Bloco Db, às 17hs, sintam-se todos convidados. Discutiremos ainda o texto do Sérgio, e teremos ainda a exposição "A Modularidade da Mente: uma perspectiva sistêmica" de Bruno Coelho, o resumo pode ser lido abaixo:

A Modularidade da Mente: uma perspectiva sistêmica

Resumo: O debate acerca da modularidade da mente encontra-se num impasse. Jerry Fodor e psicólogos evolutivos como Steven Pinker e John Tooby afirmam que a arquitetura cognitiva é composta por módulos informacionalmente encapsulados, de domínio específico. Enquanto autores como David Buller sustentam que há desafios metodológicos a serem superados, ou seja, as evidências não são conclusivas. Considerando os dois lados, pretendo expor duas versões da teoria modular da mente, uma forte, inaugurada por Fodor na obra The Modularity of Mind, onde o sistema central e periférico são modulares, guiados por inputs, e uma fraca, onde apenas o sistema periférico apresenta esta estrutura modular, mantendo o sistema central passível de modificações. Em seguida, exponho objeções feitas as duas versões. Uma das objeções é feita contra os argumentos adaptacionistas. Pinker afirma que diversas habilidades adquiridas, como reconhecimento facial de aliados e capacidades linguísticas, são adaptações resultantes de problemas enfrentados por nossos ancestrais. Devido boa parte das evidências estarem perdidas, questiona-se a força destes argumentos. Outra objeção é direcionada a teoria representacional. Na obra The Language of Thought, Fodor defende uma teoria representacional do conteúdo mental, onde diversos conceitos são inatos, os quais através de manipulação sintática resultam em uma 'linguagem de pensamento'. Contudo, há indícios para pensar que a cognição possui aspectos anti-representacionais importantes, onde nossa relação com o ambiente é igualmente relevante para percepção e formação de conceitos, isto é, o ambiente próximo e as experiências formadas acerca de noções apreendidas são contextuais. Por fim, defendo uma perspectiva sistêmica acerca da arquitetura cognitiva, que admite os módulos se interligando através de redes de informação. Esta modelagem resultante de estudos em sistemas complexos, oferece diversas vantagens explicativas: estar coerente com dados empíricos mais recentes, não estar baseada somente em argumentos históricos e ainda explicar funcionalidades específicas da cognição humana.

sexta-feira, 14 de março de 2014

RETORNO ÀS ATIVIDADES

Depois de uma pausa nas reuniões do GFT, convocamos todos para o reinício das atividades deste semestre. Para este encontro inicial iremos debater o texto do Prof. Sérgio intitulado "PARÂMETROS DE ORDEM" postado no grupo do Facebook recentemente. Neste encontro, pretendemos também estabelecer um cronograma de atividades. No mais, sintam-se todos a vontade para sugestões e comentários.

Data: 21/03/2014 (Sexta), às 17hs
Local: Bloco Db (UFPA)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Última atividade de 2013 (20/12)

Tema: Implicações de uma abordagem ecológica do desenvolvimento
Palestrante: Dr. Fernando Augusto Ramos Pontes 
Local: Laboratório de Filosofia (Altos IFCH)
Data: 20/12/2012 às 17hs


RESUMO
Implicações de uma abordagem ecológica do desenvolvimento
Fernando Augusto Ramos Pontes 
Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará (NTPC-UFPa); farp1304@gmail.com – Bolsista produtividade cientifica CNPq 
Ecologia do desenvolvimento, perspectiva sistêmica, relação  

Pretende-se discutir nessa apresentação um esboço inicial das implicações envolvidas na apropriação de uma abordagem ecológica sobre o desenvolvimento humano. É evidente que a exaustão da temática proposta encontra-se além dos limites de texto e de tempo envolvida para esta apresentação, o que implica necessariamente em na utilização de somente alguns recortes, desenvolvimentos posteriores são pretendidos de serem desenvolvidos em outras oportunidades. Procurar-se-á discutir os comprometimentos envolvidos no nível da transdisciplinariedade, do privilégio do estudo relacional, da necessidade de contextualização e de infinitas conexões e de posturas éticas e politicas implicadas. 
Se considerarmos que, de uma forma inicial, o conceito de desenvolvimento se refere a mudanças de padrão comportamental decorrido ao longo da ontogênese, essa definição, mesmo que com suas deficiências implícitas, é capaz de aglutinar diversas dimensões de desenvolvimento, tais como a cognitiva, emocional e social, compatíveis por sua vez, com os diversos sistemas teóricos, e seus diferentes enfoques e predileções de estudo. Desse modo, dos dois termos a serem associados, o de ecologia é o que definirá as principais implicações aqui a serem consideradas, e é nesse sentido que pretendo estender minha exposição. 
A palavra Ecologia é proveniente do grego oikos (lar), refere-se ao o estudo do lar Terra. Mais precisamente, poderíamos dizer. em conjunto com Capra (1996), que é o estudo das relações que interligam todos os membros do lar Terra. Este termo foi introduzido em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel, que o definiu como a ciência das relações entre o organismo e o mundo externo circunvizinho. 
Por isso, o primeiro parâmetro e consequentemente implicação a ser estabelecida é que o termo Ecologia não se restringe ao escopo de somente uma disciplina. De fato, o conceito de ecologia é transdisciplinar e aqui defendemos que assume um caráter paradigmático, no sentido que reflete, como estabelecido por Morin (2001), um “Conjunto das relações fundamentais de associação e/ou de oposição entre um número restrito de noções-chave, relações essas que vão comandar-controlar todos os pensamentos, todos os discursos, todas as teorias” (pag. 258), ou seja, funcionam como filtros que orientam o foco de nossa atenção e estruturam nossa visão de mundo. Esse parâmetro-implicação estabelece que a perspectiva transdisciplinar é inerente a essa pesrpectiva. Mais detalhes decorrentes dessa implicação serão discutidos mais abaixo em termos das conexões estabelecidas. 
Essa visão paradigmática que se concretiza em uma perspectiva da ecologia enquanto disciplina, é a que as coisas não possuem propriedades intrínsecas, todas as propriedades fluem de suas relações. Isso é, entender as propriedades das partes a partir da dinâmica do todo, pois essas relações são relações dinâmicas, a única maneira de entender a parte é entender a sua relação com o todo. Desse modo, uma segunda implicação é o foco nas relações, foco esse que deve ser entendido tanto no seu sentido amplo, ou seja, relação entre fenômenos a serem estudados, tanto quanto no seu sentido estrito, enquanto relacionamento interpessoal. Em um caso com em outro a unidade de análise está dirigida para o que ocorre entre. Desse modo, para fins de estudo do desenvolvimento, o relacionamento interpessoal se torna um objeto privilegiado. 
Outra decorrência do privilégio do relacionamento interpessoal no estudo do desenvolvimento está em assumir que unidade mínima de análise é a díade. Essa determinação não implica em negligenciar a existências das características do sujeito como um fenômeno a ser descartado, mas que tais características devem ser elas próprias contextualizadas, ou seja, tais características só podem ser concebidas enquanto resultantes de relações de propriedades do sujeito (pro ex., neurofisiológicas ou em termos conceituais, cognitivas e afetivas) reveladas dentro de contextos relacionais, tal como o diádico, institucional ou cultural. 
O foco nas relações implica também em estabelecer conexões, ou em outras palavras contextualizar. As conexões podem ser estabelecidas entre sistemas menores, como neurofisiológico, com maiores, por exemplo, o de uma relação mãe–criança, uma relação maior em que esta relação mãe-criança se situa (sistema familiar) e uma rede de relações em que esta família compartilha (rede de apoio ou vizinhança) ou uma cultura. É evidente que essas conexões perpassam por conceitos de diferentes disciplinas, da química à fisiologia, da fisiologia à neuro, da neuro á psicologia, da psicologia à sociologia, e assim por diante. Desse modo, a perspectiva ecológica implica em perpassar por um conjunto de barreiras de disciplinas artificialmente delimitadas, sobrepujar territórios disciplinares, pois os fenômenos do desenvolvimento em uma perspectiva ecológica não são propriedades de uma disciplina particular. Nesse sentido, seria mais adequado falar em ciência do desenvolvimento humano como um espectro de um conjunto de disciplinas relacionadas. 
Por final a última implicação que pretendo abordar refere-se a mais complexa e difícil de um cientista optar, pois no seu treino fracionado do conhecimento foi acostumado com as clássicas separações entre conhecimento teórico e prático, entre a oposição da ciência básica com a aplicada. No limite, assumir uma perspectiva ecológica sobre o desenvolvimento pressupõe suplantar os limites estanques entre a academia e a vida cotidiana. Se pensarmos no conjunto de redes de conexões envolvidas em qualquer objeto de estudo, no último estremo o cientista é forçado assumir uma postura ética e politica. De modo que, não basta assumir uma postura ecológica no micromundo da academia sem refletir sobre as conexões que estão implicadas no seu conhecimento produzido. No limite em um elo que defini responsabilidades sobre o seu fazer científico. É neste sentido que o elo da cadeia criada se volta recursivamente sobre o seu objeto de estudo e fecha-se um ciclo que realimenta a opção por um objeto e problema de investigação. Neste caminho, não há mais espaço para a produção de um saber asséptico, para uma ciência neutra e o cientista vê a sua ação científica contextualizada por opções que irremediavelmente tem de tomar. 

Referências Bibliográficas 

CAPRA, F. (1996) A Teia da vida: Uma compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo : Cultrix. 

MORIN, E. (2001). Ciência como consciência. Tradução de: Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.

domingo, 17 de novembro de 2013

Próxima atividade do GFT (22/11) (ADIADO p/ 06/12)

Na próxima sexta (dia 22/11) retornaremos às atividades do Grupo de Filosofia Temática com a apresentação do Prof. Eduardo Ramos (UFPa) sobre a Teoria dos Sistemas de Ludwig Von Bertalanffy, a participação é aberta a todos os interessados.

Expositor: Profº Eduardo Ramos (UFPa)
Local: Bloco Db às 16:30hs

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Participação do GFT no III Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia da UFPA

Apresentação de comunicação no III Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia da UFPA

"A história em Vico e suas contribuições para a contemporaneidade" de Wirlley Quaresma.
Dia 27/11 (quarta-feira): Mesa de Filosofia Moderna I
De 8h00 às 10h00 - (Sessão de Comunicações I)
Local: Bloco D

"A noção de Linguagem no Tractatus" de  Igor Gonçalves de Jesus
Dia 28/11 (Quinta-feira): Mesa de Filosofia da Linguagem
De 14h00 às 16h15 - (Sessão de Comunicações II)
Local: Laboratório Filosofia

"Sobre os conceitos de completude, unicidade e correção na Doutrina da Ciência de Fichte (1794)" de Elias Oeiras
Dia 29/11 (sexta-feira): Mesa de Filosofia Moderna II
De 8h00 às 10h00 - (Sessão de Comunicações III)
Local: Laboratório de Filosofia

Programação completa no link:
http://iiiencontrofilosofiaufpa.blogspot.com.br/p/blog-page_13.html

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Participação no I Congresso Regional de Filosofia e Ciências da Religião

Apresentação da comunicação da "A crítica de Vico ao racionalismo cartesiano e ao desprestígio das ciências humanas" de Wirlley Quaresma no I Congresso Regional de Filosofia e Ciências da Religião promovido pela Universidade Estadual do Pará.

Local: Sala 08, Bloco II, CCSE-UEPA.
Data: 13/11 às 14:30hs

Programação completa no link:
http://paginas.uepa.br/confilcre/index.php/programacao

domingo, 27 de outubro de 2013

Cronograma de Novembro

01/11 - Texto: "O que é filosofia ecológica?" de David Large
              Expositor: A definir
              Local: Bloco Db às 17hs

08/11 - NÃO HAVERÁ REUNIÃO

15/11 - FERIADO

22/11 - Palestra sobre a Teoria dos Sistemas de Ludwig Von Bertalanffy
              Expositor: Profº Eduardo Ramos (UFPa)
              Local: Bloco Db às 16:30hs

29/11 -

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Próxima atividade do GFT (18/10)

Seminário sobre o livro "Ciência com consciência" de Edgar Morin
Expositores: Hailton Felipe e Wirlley Quaresma    Debatedor: Prof. Sérgio Nunes
Data: sexta-feira, 18 de outubro
Local: Bloco Db às 16:30hs

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Palestra do Prof. Sérgio Nunes (04/10)

Na palestra da última sexta (04/10), fizemos um contorno acerca da supressão da subjetividade na Filosofia Ecológica e o nivelamento da mente natural à composição orgânica de todo ser vivo. Mapeamos a estrutura da complexidade e seu funcionamento através da Reciprocidade que se dá pela interatividade com o meio promovendo a ordem, a desordem como vetores que se retroalimentam num movimento espiralar por meio das affordances, da percepção-ação e dos nichos, numa conjugação peculiar da estrutura ecológica presente no cosmos. Não mais o cérebro humano enquanto elemento antropocêntrico prevalece, mas o organismo no seu todo é destacado.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Resumo da Reunião 27/09

A reunião da última sexta feira (27/09) contou com a participação do Professor Luiz Eduardo (UFPa), a aluna de graduação de filosofia Leila Maia (UFPa), a aluna de graduação em filosofia Camila Neves (UEPa) e o graduado Philipe Alves (UFPA). A temática abordada pelos os expositores Elias de Oeiras e Hailton Felipe diz respeito ao texto "Evolucionismo e ciência cognitiva" de Alessandra Falzone, em que foram discutido os seus principais conceitos sobre o caráter interdisciplinar, a historicidade , a epistemologia da ciência cognitiva, entre outros, levando em consideração as várias etapas de sua constituição. Por: Elias Oeiras